sábado, 26 de março de 2011

Infância.

Sexta-feira, 25 de março de 2011. Aula de laboratório de Física Geral. Professor tagarelando, nada excepcional. Muita Matéria. Quatro aulas seguidas de 50 minutos. Um total de três horas e vinte minutos enquadrando a bunda na cadeira dura das mesas de laboratório da faculdade. Fome. Quatro pães de queijo mineiros e uma caixinha de Todinho. Fim do lanche.

QUE FORÇA SOCIAL EXTREMA FOI ESSA QUE ME FEZ CONTROLAR O IMPULSO QUE ME FARIA SENTIR COMPLETA DE ENCHER AQUELA CAIXINHA DO TODINHO, COLOCÁ-LA NO CHÃO E PISAR PARA QUE ELA ESTOURE? 

Bem verdade que eu iria parecer uma idiota, uma sem-infância, retardada ou no mínimo maluca. Só que pra mim, aquele Todinho ainda nao foi bem tomado. Talvez eles curtissem ver alguém fazendo o que a gente amou um dia mas que hoje a maturidade já nao permite. Mas atire a primeira pedra quem às vezes nao sente vontade de um surto infantil. Aquilo era legal, eu lembro. Bem verdade que depois da sexta série eu comecei a me irritar com os meninos por fazerem isso todos os dias. Mas era legal sim... Que coisa, hein?

Depois eu vejo se conto a odisséia que eu passei ontem à tarde pra tentar mudar a turma de Cálculo I. Não consegui, tá? FicaDica. Mas devo agradecer ao Michael e ao Tol pela boa vontade na minha luta.
Mulher Maravilha fugindo na FM O Dia. Muito a se pensar!
Eu quero ir pro Rio Axé!

quinta-feira, 24 de março de 2011

O tempo é uma seta,

só anda pra frente. Pense nisso.


Aula de Física Geral com o Professor Umberto Mahon.

E aí, pensaram?

sexta-feira, 4 de março de 2011

Romeu e Julieta

Eu sempre tive vontade de ler, sempre curiosidade, mas o formato em peça nao me atraía. Dia desses eu estive sem realmente NADA pra fazer, e resolvi ler o romance shakesperiano tao bem falado, e tao famoso Romeu e Julieta.
Devo dizer que para mim essa leitura foi uma decepção. eu esperava mais conteudo, mais historia, mais amor, mais tristeza... algo que me desse vontade de me apaixonar de novo. Antes nao tivesse lido nunca, e visto a peça em teatro. Uma historia de amor muito rasa, muito reduzida, muito rápida. não era o que eu esperava. talvez em um dia que esteja com meu inglês fluente eu possa ler a peça no original e gostar, mas nao gostei ainda.
Um casal de adolescentes - Julieta tinha 14 anos quando conheceu Romeu - de familias rivais que protagonizaram brigas até o fim do livro, se apaixona em um baile de mascaras sem saber quem são. no calor dessa paixao de desenvolve um romance extremamente dramático e conhecido. aquilo nao me pareceu amor verdadeiro. só porque eles se mataram?
Vamos lá, leitores queridos e quase todos adolescentes... por experiencia, por vivencia, por conversas... quantos adolescentes voces conhecem que já nao pensaram em se matar por uma paixao aguda? porque há um amor nao correspondido, ou porque seus pais nao aprovam o seu namoro? quem nao passou por isso ja presenciou historias de amigos, ou pelo menos ja ouviu muito falar.
Todos esses adolescentes que acham que nunca mais vão amar outra pessoa na vida, voces acham mesmo que tiveram um amor de verdade? o proprio Romeu era apaixonado por outra antes de conhecer Julieta. isso nao nos dá a hipotese de que ele poderia se apaixonar por outra se conhecesse uma mais bonita?
Deixo aqui a minha revolta. eu esperava uma historia de amor, e nao a narrativa de uma atitude inconsequente de um casal que vivia em uma epoca em que a morte era a solução para tudo. Shakespeare que me perdoe, e os fãs da trama também. mas eu esperava muito mais para tanto alarde.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Selinho.

Eu ia postar no Twitter, mas espero receber respostas. as perguntas são:

1. Sendo solteiro(a), voce acha que existe alguma coisa de mais dar um selinho num amigo(a)?

2. Seu amigo(a) nao sendo solteiro muda alguma coisa na primeira pergunta?

3. Voce nao sendo solteiro mudaria?

4. E se fosse o seu namorado(a)? O que acharia?

Aguardo ansiosamente suas respostas.